Formando profissionais de saúde com competências técnicas e humanas

Simulações realísticas que preparam estudantes para a complexidade do cuidado: comunicação, empatia, raciocínio clínico e trabalho em equipe.

Estudante examina o paciente simulado durante uma consulta

Para quem forma profissionais de saúde

O Núcleo 1 é dedicado a instituições de ensino superior. Oferecemos um portfólio completo em simulação realística com atores profissionais, de simulações para disciplinas específicas a avaliações estruturadas (OSCE) e programas de educação interprofissional.

Formar um bom profissional de saúde vai muito além de transmitir conhecimento técnico. É preciso desenvolver comunicação, empatia, raciocínio clínico sob pressão, trabalho em equipe e tomada de decisão ética, competências que só se desenvolvem com experiências práticas realistas.

Público

Faculdades e escolas de Medicina, Psicologia, Enfermagem, Fisioterapia, Nutrição e Farmácia; programas de residência médica; programas de pós-graduação em saúde.

Simulações realísticas customizadas

Cenários sob medida para as disciplinas, competências ou situações clínicas que sua instituição quer trabalhar. Cada cenário é cocriado com a coordenação do curso, alinhado aos objetivos pedagógicos, ao conteúdo programático e ao perfil do egresso.

Exemplos de cenários

Diferenciais

Como funciona

Reunião de briefing

Entendemos os objetivos pedagógicos, o conteúdo e o perfil dos estudantes.

Desenvolvimento do cenário

Criamos o roteiro, definimos os objetivos de aprendizagem e preparamos os materiais.

Treinamento de atores

Sintomas, emoções e ajustes de dificuldade específicos para o cenário.

Execução da simulação

Simulações com grupos de estudantes, facilitação e debriefing estruturado.

Relatório de resultados

Desempenho dos estudantes e insights para o aprimoramento do curso.

OSCE — Objective Structured Clinical Examination

Avaliações estruturadas e objetivas de competências clínicas, padrão-ouro internacional na educação médica. Atores profissionais atuam como pacientes padronizados, garantindo que todos os estudantes sejam avaliados nas mesmas condições. Cada estação é desenhada com a coordenação do curso, a partir das competências que a instituição quer avaliar.

Exemplos de estações

Tipos de OSCE

Diferenciais

Como funciona

Definição de competências

Anamnese, exame físico, comunicação, raciocínio clínico e o que mais for avaliado.

Desenvolvimento de estações

Múltiplas estações, cada uma focada em competências específicas.

Treinamento de atores

Treino rigoroso para padronizar as apresentações e garantir equidade.

Treinamento de avaliadores

Uso consistente de checklists e escalas.

Execução do OSCE

Coordenamos toda a logística, da rotação dos estudantes à coleta de dados.

Análise psicométrica

Confiabilidade e validade da avaliação, com análise estatística detalhada.

Relatórios individuais

Cada estudante recebe feedback estruturado sobre o próprio desempenho.

Educação interprofissional (EIP)

Simulações que reúnem estudantes de diferentes profissões — medicina, enfermagem, fisioterapia, nutrição, psicologia, farmácia — em cenários clínicos complexos. O objetivo é desenvolver trabalho em equipe, comunicação interprofissional e a compreensão dos papéis de cada profissão.

A OMS reconhece a educação interprofissional como estratégia essencial para a segurança do paciente e a qualidade do cuidado. Quem aprende junto trabalha melhor junto.

Exemplos de cenários

Como funciona

Articulação entre cursos

Alinhamos calendários e objetivos com as diferentes coordenações.

Cenários complexos

Situações que exigem a contribuição de várias profissões.

Equipes interprofissionais

Organizamos grupos mistos de estudantes.

Simulação colaborativa

Atores interpretam pacientes e familiares enquanto as equipes trabalham juntas.

Debriefing interprofissional

Reflexão sobre colaboração, comunicação e papéis profissionais.

Treinamento de habilidades de comunicação

Programa focado na comunicação profissional-paciente, essencial para a satisfação do paciente, a adesão ao tratamento e a redução de litígios.

Habilidades trabalhadas

Diferenciais

Como funciona

Fundamentação teórica breve

Frameworks e evidências.

Demonstração

Facilitador ou vídeo demonstra a habilidade.

Prática com ator

O estudante pratica com um ator profissional.

Feedback estruturado

O ator devolve a perspectiva do paciente.

Repetição com ajustes

Nova prática, incorporando o feedback.

A metodologia por trás do Núcleo 1

Andragogia

Adultos aprendem melhor quando a experiência é relevante, prática e autodirigida (Malcolm Knowles).

Scaffolding

Os atores ajustam a dificuldade em tempo real e mantêm cada estudante na zona de desenvolvimento proximal (Vygotsky).

Debriefing PEARLS e GAS

O aprendizado acontece na reflexão pós-simulação, facilitada por metodologias validadas.

Perspectiva do paciente

O ator compartilha como se sentiu e revela o impacto emocional da comunicação.

Resultados esperados

Veja na prática como a simulação transforma estudantes em profissionais preparados

Agende uma demonstração gratuita ou conte suas necessidades para receber uma proposta sob medida.

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